Alimentação viva é aquela que considera a vitalidade dos vegetais como a fonte essencial de alimento e não a matéria mesma, ou seja, as proteínas, carboidratos etc. Considera que o ser humano se alimenta de vida e que pode buscar a fonte dessa energia de várias maneiras: na vitalidade do ar, da água, da terra, do sol, da alegria e tudo mais que nos mantém vivos. Essa vitalidade foi chamada de energia vital ou força vital por muitos anos e sempre foi controversa. Porém, como sabemos se um corpo está morto ou dormindo? Porque uma banana de plástico é diferente de uma banana viva? Todos sabem. A vida está além da matéria e todos sabemos reconhecê-la porque a carregamos conosco.Essa forma de ver o alimento traz consequências interessantes. Alguns tentam explicar que essa energia se traduz sob a forma de enzimas, os hindus chamam de prana, os chineses de chi, os espiritualistas como a Força Maior e, atualmente os físicos quânticos tentam interpretar os achados sobre a matéria e se aproximar dessa discussão, como Amit Goswami. Porém, o mais interessante é que não precisamos de explicação para sentir a vitalidade. A experiência de comer alimentos crus, frescos, de preferência recém-colhidos, bem cultivados, nos confere um estado de bem estar se comparados aos alimentos industrializados ou cozidos. E ainda mais, quando acrescidos daqueles potencializados de energia: as sementes em processo de germinação.

Fonte: www.terrapia.com.br

 

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